sábado, 4 de abril de 2020

enfim, o terror

E finalmente chegou o dia em que o terror alcanca nossos espacos domesticos.Vem devagar, em um espirro, na tosse abafada na hoora de dormir, nos primeiros casos de pessoas proximas que podem ter contraido. e um frio enorme gela o peito, ao ler os jornais da manha em que todos os dias ha um rosto,uma historia, nas mortes diarias e Às centenas. E o tempo que insiste em passar cada vez mais devagar e a brutal distancia da normalidade que se da, em eventos cancelados, portas de cinemas, casas de shows, cafes, restaurantes,que se fevcham,para quem sabe,nunca mais abrir.assim como as casas, as almas e a vida.aos poucos tudo parece se fechar em si,silencio e dores,nos empurrando cada vez mais para dentro de nos memsos,em uma atmosfera onde on tempo parece se dilatar, diante da compressao de nossos espacos cotidianos. e como viver, sem a dimensao infinita do ser, sem sentir a dor de estar preso, condenados a recolher lentamente as folhas de um calendario,one os dias parecem durar meses e as horas arrastam-se entre a sala e a cozinha, sem remedio possivel, enquanto os ponteiros do relogio e toda a vida parece girar ao contrario,sen que alguem no mundo possar responder:ate quando?

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